4 de junho de 2008

Desencanto



Desencanto


Eu faço versos como quem chora

de desalento...de desencanto...

Fecha o meu livro, se por agora

não tens motivo nenhum de pranto.

Meu verso é sangue.

Volúpia ardente...tristeza esparsa...remorso vão...

Dói-me nas veias, amargo e quente, caí ,

gota a gota do coração .

E nestes versos de angústia rouca assim dos lábios a vida corre,

deixando um acre sabor na boca.

_ Eu faço versos como quem morre.


(Manuel Bandeira)

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